Rio de janeiro
tribo que tem uma mulher maes dedicadas indios
a mata é a terra dos Indios
grande acontecimento
ao Deia
recuso de suas meninas 1 ano sem tomar sol
aprende a fazer artesanato e a cozinhar as mulheres não podem cortar os cabelos
viram umas indios lindos
a tinta negra a roupa da festa quando sairam ela corta a franja e pode viver
a base da alimentação
de uma familia de indios
mais umas da maiores o retratos de familias
eles tem muitos geitos de familia
Passaro jardineiro gostam de flores vermelhas
essa é a fida como vc nunca vio
escola publicas ? e ensina o curso de verão os jovens com o projetos o grupo de escola essa meta acham que vão consegir !!
mais de 8 horas no cativeiros revelou o que vai fazer com a casa que era o cativeiro os vizinhos não se conhecem a policia não desconviou de nada mais a sicratisse ela fuguio 23 de agosto de 2005 a menina desapareseu espaso de 5 metro onde ela tomava banho crase sem comer 38 quilo 8 anos avistei uma senhora meu nome é natalia notuxia disse ela
aos 22 anos ela pede para ser chamada de senhora
ela nao fala com o pai .
medico que vende atestados para policiais
reginho
joe pena fotos o maior autorama do nundo 1 200 veiculos 2000 quilometros por hora
materia de pasiencia
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domingo, 23 de janeiro de 2011
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Camila Pitanga se divide entre papéis de atriz e de mãe
A atriz vai viver Carol, uma executiva talentosa e romântica, na nova novela das 21h, ‘Insensato Coração’.
Ela já arrancou muitas risadas dos brasileiros, mas longe das cämeras, é extremamente reservada e quase não fala da vida pessoal: Camila Pitanga. Zeca Camargo conversou com ela não só sobre a Carol, de "Insensato Coração", que estreia nesta segunda-feira (17). Ela falou também de um "outro" papel que só traz alegria na vida dela e que pouca gente conhece.
Solteira? Faixa dos 30? Bem sucedida profissionalmente? Então você tem tudo para se identificar com a Carol, uma executiva talentosa e romântica vivida por Camila Pitanga na novela “Insensato Coração”.
“Ela tem essa capa da mulher bem sucedida, profissional, workaholic competente, mas no emocional dela é uma confusão. Ela é contraditória”, explica Camila.
Ela já arrancou muitas risadas dos brasileiros, mas longe das cämeras, é extremamente reservada e quase não fala da vida pessoal: Camila Pitanga. Zeca Camargo conversou com ela não só sobre a Carol, de "Insensato Coração", que estreia nesta segunda-feira (17). Ela falou também de um "outro" papel que só traz alegria na vida dela e que pouca gente conhece.
Solteira? Faixa dos 30? Bem sucedida profissionalmente? Então você tem tudo para se identificar com a Carol, uma executiva talentosa e romântica vivida por Camila Pitanga na novela “Insensato Coração”.
“Ela tem essa capa da mulher bem sucedida, profissional, workaholic competente, mas no emocional dela é uma confusão. Ela é contraditória”, explica Camila.
Equipe do Fantástico presencia resgate de bebê de três meses
Ana Júlia foi encontrada pelos bombeiros. O Corpo de Bombeiros recebeu, durante as cinco horas em que a rede telefônica da cidade resistiu ao temporal, 500 ligações com pedidos de socorro.
Os bombeiros em Nova Friburgo perderam três companheiros durante o resgate do bebê Nicolas e do pai dele, mas continuaram lutando e salvaram uma menina de três meses.
.Saiba como ajudar vítimas da tragédia
. Vítimas da chuvas mandam recados para parentes
Na madrugada da última quarta-feira (12), bombeiros de Nova Friburgo atendem às primeiras chamadas de emergência.
Durante as cinco horas em que a rede telefônica da cidade resistiu ao temporal,
. Vítimas da chuvas mandam recados para parentes
Na madrugada da última quarta-feira (12), bombeiros de Nova Friburgo atendem às primeiras chamadas de emergência.
Durante as cinco horas em que a rede telefônica da cidade resistiu ao temporal,
os bombeiros receberam 500 ligações.
Mulher: Está todo mundo nervoso, o negócio está brabo, hein?
Bombeiro: Eu estou com 11 desabamentos com vítimas, três deles com criança, dois bombeiros disponíveis que não conseguem sair do quartel, porque está tudo alagado.
O pelotão do tenente Francisco Risso retornava ao quartel depois de atender a um dos chamados quando viu um desmoronamento de casas no centro da cidade. Esse pelotão foi o primeiro a chegar para o difícil resgate da família do bebê Nicolas. Eles sabiam que, durante a operação, havia o risco de um novo desabamento – o que acabou acontecendo.
“Foi uma coisa instantânea, a montanha de terra desceu, só deu tempo de correr e pela mão de Deus alguns conseguiram se salvar. Infelizmente, não foi a sorte dos companheiros que acabaram por falecer”, lamentou o tenente Francisco Risso, do Corpo de Bombeiros.
Três bombeiros morreram. Os soldados Victor Lembo e Flávio Freitas tinham entrado na corporação em 2008. Lembo era solteiro e morreu aos 29 anos. Casado, o soldado Freitas tinha 24.
“Eu convivi com eles. E o Corpo de Bombeiros acaba sendo nossa família. A gente não é só bombeiro. Tem a afinidade e a caserna. Às vezes, a gente se emociona, porque eram bons meninos”, diz o comandante João Paulo Mori, do Corpo de Bombeiros.
O terceiro sargento Marcos Antônio Verly deixou mulher Izolina Verly e um filho. Ela conta que não queria que ele fosse trabalhar durante a madrugada. “Eu falei com ele para esperar o dia amanhecer. Ele disse: ‘Não se preocupa, que eu vou para o quartel. Não vou ficar na rua, vou para o quartel’. Só que ele não foi para o quartel, foi direto fazer o resgate”, conta Izolina.
O tenente Risso sobreviveu ao desmoronamento. “Perdemos os três companheiros que estavam trabalhando junto, e a gente ter tido a sorte de sobreviver é só pela interferência de Deus realmente”, comenta o tenente Risso.
“Eu tive a graça de o meu filho estar vivo, mas essas mães que perderam seus filhos na mesma profissão dele. Quando sai de casa, a gente fica desesperada, ainda mais nessa situação em que a cidade acabou”, comentou Fátima Risso, mãe do tenente.
Um grupo de bombeiros sai do centro de Nova Friburgo e vai até o bairro de Campo do Coelho. Quando chegam, descobrem que não tem ninguém mais que possa ser salvo. A escola agora é um necrotério, e a remoção dos corpos vai ser bem difícil.
Os bombeiros precisam improvisar. A quadra de outra escola vira base de operações. As equipes se organizam para sair para as chamadas. São equipes mistas: tem Exército, Corpo de Bombeiros e também voluntários que vão servir de guias para identificar essas localidades de difícil acesso.
A busca é por corpos soterrados. “É muito pouco provável que haja vida ainda. São quatro dias, o cheiro já está bem forte. Então, possivelmente, só um milagre”, diz Renato Rodrigues, parente de vítima.
Para as famílias, cenas de resgate parecem mesmo milagre, mas, na verdade, são os bombeiros trabalhando sem parar. Quando chove forte em Friburgo, uma corredeira de lama se forma em uma rua. Voluntários correm para tentar ajudar os bombeiros que estão do outro lado da enxurrada. Tentam improvisar uma ponte, mas não conseguem. O jeito é tentar uma corrente humana.
Os bombeiros acabam de resgatar um bebezinho. “É minha sobrinha. Ela tem três meses. A gente estava em casa, só que começou a chover muito forte, não teve como a gente sair”.
A tia foi resgatada minutos antes. Graças aos bombeiros, ela leva o bebê, que se chama Ana Júlia, para os braços da mãe.
“A gente viveu os extremos da tristeza e da felicidade. Mas essa é a nossa missão, nosso sacerdócio, a vida do bombeiro é essa”, afirma o comandante Itamar Oliveira, do Corpo de Bombeiros.
Bombeiro: Eu estou com 11 desabamentos com vítimas, três deles com criança, dois bombeiros disponíveis que não conseguem sair do quartel, porque está tudo alagado.
O pelotão do tenente Francisco Risso retornava ao quartel depois de atender a um dos chamados quando viu um desmoronamento de casas no centro da cidade. Esse pelotão foi o primeiro a chegar para o difícil resgate da família do bebê Nicolas. Eles sabiam que, durante a operação, havia o risco de um novo desabamento – o que acabou acontecendo.
“Foi uma coisa instantânea, a montanha de terra desceu, só deu tempo de correr e pela mão de Deus alguns conseguiram se salvar. Infelizmente, não foi a sorte dos companheiros que acabaram por falecer”, lamentou o tenente Francisco Risso, do Corpo de Bombeiros.
Três bombeiros morreram. Os soldados Victor Lembo e Flávio Freitas tinham entrado na corporação em 2008. Lembo era solteiro e morreu aos 29 anos. Casado, o soldado Freitas tinha 24.
“Eu convivi com eles. E o Corpo de Bombeiros acaba sendo nossa família. A gente não é só bombeiro. Tem a afinidade e a caserna. Às vezes, a gente se emociona, porque eram bons meninos”, diz o comandante João Paulo Mori, do Corpo de Bombeiros.
O terceiro sargento Marcos Antônio Verly deixou mulher Izolina Verly e um filho. Ela conta que não queria que ele fosse trabalhar durante a madrugada. “Eu falei com ele para esperar o dia amanhecer. Ele disse: ‘Não se preocupa, que eu vou para o quartel. Não vou ficar na rua, vou para o quartel’. Só que ele não foi para o quartel, foi direto fazer o resgate”, conta Izolina.
O tenente Risso sobreviveu ao desmoronamento. “Perdemos os três companheiros que estavam trabalhando junto, e a gente ter tido a sorte de sobreviver é só pela interferência de Deus realmente”, comenta o tenente Risso.
“Eu tive a graça de o meu filho estar vivo, mas essas mães que perderam seus filhos na mesma profissão dele. Quando sai de casa, a gente fica desesperada, ainda mais nessa situação em que a cidade acabou”, comentou Fátima Risso, mãe do tenente.
Um grupo de bombeiros sai do centro de Nova Friburgo e vai até o bairro de Campo do Coelho. Quando chegam, descobrem que não tem ninguém mais que possa ser salvo. A escola agora é um necrotério, e a remoção dos corpos vai ser bem difícil.
Os bombeiros precisam improvisar. A quadra de outra escola vira base de operações. As equipes se organizam para sair para as chamadas. São equipes mistas: tem Exército, Corpo de Bombeiros e também voluntários que vão servir de guias para identificar essas localidades de difícil acesso.
A busca é por corpos soterrados. “É muito pouco provável que haja vida ainda. São quatro dias, o cheiro já está bem forte. Então, possivelmente, só um milagre”, diz Renato Rodrigues, parente de vítima.
Para as famílias, cenas de resgate parecem mesmo milagre, mas, na verdade, são os bombeiros trabalhando sem parar. Quando chove forte em Friburgo, uma corredeira de lama se forma em uma rua. Voluntários correm para tentar ajudar os bombeiros que estão do outro lado da enxurrada. Tentam improvisar uma ponte, mas não conseguem. O jeito é tentar uma corrente humana.
Os bombeiros acabam de resgatar um bebezinho. “É minha sobrinha. Ela tem três meses. A gente estava em casa, só que começou a chover muito forte, não teve como a gente sair”.
A tia foi resgatada minutos antes. Graças aos bombeiros, ela leva o bebê, que se chama Ana Júlia, para os braços da mãe.
“A gente viveu os extremos da tristeza e da felicidade. Mas essa é a nossa missão, nosso sacerdócio, a vida do bombeiro é essa”, afirma o comandante Itamar Oliveira, do Corpo de Bombeiros.
Fantástico simula em laboratório deslizamento de terra
Por que tragédias como esta acontecem? Por que não se consegue prevenir os danos? Está chovendo mais? Os meteorologistas dizem que não
Qual a explicação para essa natureza em fúria, para essa destruição que se repete todos os anos? O Fantástico ouve especialistas para entender claramente o que aconteceu na Região Serrana do Rio de Janeiro.
.Saiba como ajudar vítimas da tragédia
.Atingidos pelas chuvas mandam recados para parentes
Região Serrana do Rio, 1981. “Tem gente morta demais lá”, reclamou um morador na época. “Será que não se pode prever? Fazer alguma coisa pra evitar isso?”, disse um atingido pelas chuvas.
Região Serrana do Rio, janeiro de 2011. Trinta anos depois, as perguntas são iguais. Por que tragédias como esta acontecem? Por que não se consegue prevenir tantos danos? Será culpa do clima? Está chovendo mais?
.Atingidos pelas chuvas mandam recados para parentes
Região Serrana do Rio, 1981. “Tem gente morta demais lá”, reclamou um morador na época. “Será que não se pode prever? Fazer alguma coisa pra evitar isso?”, disse um atingido pelas chuvas.
Região Serrana do Rio, janeiro de 2011. Trinta anos depois, as perguntas são iguais. Por que tragédias como esta acontecem? Por que não se consegue prevenir tantos danos? Será culpa do clima? Está chovendo mais?
Não é o que diz a meteorologia: “As chuvas tão dentro, se a gente olhar o comportamento dentro do mês, elas tão dentro do normal, dentro da média para o período de janeiro”, explica Olívio Bahia, meteorologista do Inpe.
De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), as tempestades que castigaram a região de Teresópolis, Nova Friburgo e Petrópolis fazem parte de um fenômeno que acontece todos os verões. É a chamada zona de convergência do Atlântico Sul. A zona de convergência carrega um corredor de umidade desde o sul da Amazônia até o Sudeste, onde as áreas montanhosas favorecem os temporais.
“A Região Serrana, ela tem a característica de fazer com que o ar que está mais embaixo suba pelas suas paredes, com isso as nuvens se desenvolvem provocando ainda mais chuva”, explica o meteorologista.
Uma chuva intensa, contínua, com força suficiente para varrer a fina camada de terra que cobre as rochas das montanhas e transformar simples riachos em cabeças d'água devastadoras. O repórter Álvaro Pereira Júnior foi ao laboratório de geologia da Universidade de São Paulo para ver como a ciência explica o que aconteceu.
O geólogo do laboratório de sedimentologia da USP, Vinícius Mendes, fez uma simulação do que seria um terreno de encosta, em uma região de serras como no Rio de Janeiro. A rocha foi simulada por uma placa de vidro na maquete e, acima dela, foi colocada uma camada de solo.
Para simulação ser a mais real possível, esta não é uma terra qualquer. “É um solo comum de se encontrar nessas regiões de serra, principalmente onde tem vegetação. Esse solo, por ter muita matéria orgânica, ele se torna mais poroso. É uma terra mais fofa”, afirma Mendes.
A experiência começa e um chuveirinho simula a chuva.
“Nessa época de verão, chove praticamente todo dia. Então, o solo já está saturado, já tem muita água. De repente vem aquela chuva muito forte. Então, o solo não comporta. A água vai aliviar a pressão interna que existe dentro do solo e ele vai escorrer, como se fosse um líquido mesmo. É possível observar que a água começa a criar caminhos. Ela encontra esse solo descoberto, vai ganhando velocidade também, e isso pode agravar a situação. Por exemplo, em um ponto da maquete a encosta fica mais inclinada ainda, por causa dessa água que está correndo”, aponta o geólogo.
Uma casa da maquete cai. “Por causa da erosão”, explica Mendes. Ou seja, isso é algo que pode acontecer no Rio, porque as chuvas não estão parando na Região Serrana. E um alerta do geólogo: as casas que ficam na beira do barranco formado com o deslizamento também estão com o risco alto.
No resultado final, a situação é, de fato, muito parecida com o que aconteceu na Região Serrana do Rio de Janeiro. Só que lá tem um agravante: as casas não são leves como as da maquete. Portanto elas não bóiam, elas afundam.
“O deslizamento, ele ocorre, a gente sabe os fatores. O absurdo é que pessoas morram com isso, porque são fatores que a gente conhece. Não é um terremoto, não é um furacão, não é uma coisa difícil de prever. O ideal é não ocupar. Se já está ocupado, remanejar, se não consegue remanejar, monitorar. Choveu a partir de um limite que eles sabem que começa a ficar perigoso, dá um alarme: ‘Vamos evacuar’”, esclarece Mendes.
Em Cubatão, a 45 quilômetros de São Paulo, a cidade cresceu junto a Serra do Mar, a mesma cadeia de montanhas onde ficam os municípios do Rio devastados pelas chuvas. Então, aquilo foi visto no laboratório, em uma simulação, agora é possível ver como acontece na realidade.
“As vertentes e encostas são de alta inclinação e já, em si, trazem uma instabilidade muito grande. Os escorregamentos são parte integrante e natural da Serra do Mar. A Serra do Mar não precisa do homem para ter escorregamento. A ação do homem mexendo com essas áreas tão instáveis - desmatando, cortando, fazendo aterros, lixões, fossas de infiltração - potencializa toda essa instabilidade e pela presença humana torna essa instabilidade trágica, porque o escorregamento ou vários escorregamentos têm, infelizmente, a propriedade de soterrar pessoas”, explica o geólogo Álvaro Rodrigues dos Santos.
“As casas ficam praticamente penduradas na encosta. Todo o esgotamento de água, de drenagem, de água de chuva, saturando o solo, traz uma possibilidade de ocorrer o escorregamento. Um escorregamento nessa situação derruba uma casa e atinge outra residência”, avalia o geólogo.
A casa onde moram o encanador Raimundo, a mulher dele e três filhos. “Quando está assim chovendo a gente fica em alerta. Não tem como dormir tranquilo”, conta.
Os escorregamentos da Serra do Mar acontecem há 60 milhões de anos, e vão continuar acontecendo. Para o geólogo, a alternativa mais viável e econômica é retirar as famílias que vivem em áreas de risco. Pelo menos em tese, até seria possível fazer grandes obras de contenção. Mas por um preço astronômico e sem garantia de dar certo.
“Em se tratando de Serra do Mar nem isso pode lhe assegurar a segurança desejada pra comportar a presença da população”, explica o geólogo Álvaro Rodrigues dos Santos.
De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), as tempestades que castigaram a região de Teresópolis, Nova Friburgo e Petrópolis fazem parte de um fenômeno que acontece todos os verões. É a chamada zona de convergência do Atlântico Sul. A zona de convergência carrega um corredor de umidade desde o sul da Amazônia até o Sudeste, onde as áreas montanhosas favorecem os temporais.
“A Região Serrana, ela tem a característica de fazer com que o ar que está mais embaixo suba pelas suas paredes, com isso as nuvens se desenvolvem provocando ainda mais chuva”, explica o meteorologista.
Uma chuva intensa, contínua, com força suficiente para varrer a fina camada de terra que cobre as rochas das montanhas e transformar simples riachos em cabeças d'água devastadoras. O repórter Álvaro Pereira Júnior foi ao laboratório de geologia da Universidade de São Paulo para ver como a ciência explica o que aconteceu.
O geólogo do laboratório de sedimentologia da USP, Vinícius Mendes, fez uma simulação do que seria um terreno de encosta, em uma região de serras como no Rio de Janeiro. A rocha foi simulada por uma placa de vidro na maquete e, acima dela, foi colocada uma camada de solo.
Para simulação ser a mais real possível, esta não é uma terra qualquer. “É um solo comum de se encontrar nessas regiões de serra, principalmente onde tem vegetação. Esse solo, por ter muita matéria orgânica, ele se torna mais poroso. É uma terra mais fofa”, afirma Mendes.
A experiência começa e um chuveirinho simula a chuva.
“Nessa época de verão, chove praticamente todo dia. Então, o solo já está saturado, já tem muita água. De repente vem aquela chuva muito forte. Então, o solo não comporta. A água vai aliviar a pressão interna que existe dentro do solo e ele vai escorrer, como se fosse um líquido mesmo. É possível observar que a água começa a criar caminhos. Ela encontra esse solo descoberto, vai ganhando velocidade também, e isso pode agravar a situação. Por exemplo, em um ponto da maquete a encosta fica mais inclinada ainda, por causa dessa água que está correndo”, aponta o geólogo.
Uma casa da maquete cai. “Por causa da erosão”, explica Mendes. Ou seja, isso é algo que pode acontecer no Rio, porque as chuvas não estão parando na Região Serrana. E um alerta do geólogo: as casas que ficam na beira do barranco formado com o deslizamento também estão com o risco alto.
No resultado final, a situação é, de fato, muito parecida com o que aconteceu na Região Serrana do Rio de Janeiro. Só que lá tem um agravante: as casas não são leves como as da maquete. Portanto elas não bóiam, elas afundam.
“O deslizamento, ele ocorre, a gente sabe os fatores. O absurdo é que pessoas morram com isso, porque são fatores que a gente conhece. Não é um terremoto, não é um furacão, não é uma coisa difícil de prever. O ideal é não ocupar. Se já está ocupado, remanejar, se não consegue remanejar, monitorar. Choveu a partir de um limite que eles sabem que começa a ficar perigoso, dá um alarme: ‘Vamos evacuar’”, esclarece Mendes.
Em Cubatão, a 45 quilômetros de São Paulo, a cidade cresceu junto a Serra do Mar, a mesma cadeia de montanhas onde ficam os municípios do Rio devastados pelas chuvas. Então, aquilo foi visto no laboratório, em uma simulação, agora é possível ver como acontece na realidade.
“As vertentes e encostas são de alta inclinação e já, em si, trazem uma instabilidade muito grande. Os escorregamentos são parte integrante e natural da Serra do Mar. A Serra do Mar não precisa do homem para ter escorregamento. A ação do homem mexendo com essas áreas tão instáveis - desmatando, cortando, fazendo aterros, lixões, fossas de infiltração - potencializa toda essa instabilidade e pela presença humana torna essa instabilidade trágica, porque o escorregamento ou vários escorregamentos têm, infelizmente, a propriedade de soterrar pessoas”, explica o geólogo Álvaro Rodrigues dos Santos.
“As casas ficam praticamente penduradas na encosta. Todo o esgotamento de água, de drenagem, de água de chuva, saturando o solo, traz uma possibilidade de ocorrer o escorregamento. Um escorregamento nessa situação derruba uma casa e atinge outra residência”, avalia o geólogo.
A casa onde moram o encanador Raimundo, a mulher dele e três filhos. “Quando está assim chovendo a gente fica em alerta. Não tem como dormir tranquilo”, conta.
Os escorregamentos da Serra do Mar acontecem há 60 milhões de anos, e vão continuar acontecendo. Para o geólogo, a alternativa mais viável e econômica é retirar as famílias que vivem em áreas de risco. Pelo menos em tese, até seria possível fazer grandes obras de contenção. Mas por um preço astronômico e sem garantia de dar certo.
“Em se tratando de Serra do Mar nem isso pode lhe assegurar a segurança desejada pra comportar a presença da população”, explica o geólogo Álvaro Rodrigues dos Santos.
Mystery Guitar Man estreia no Fantástico como maestro
Ele faz sucesso na internet com vídeos musicais cheios de efeitos especiais. legais e divertidos .
Nos próximos sete domingos, o brasileiro Joe Penna vai apresentar um vídeo inédito no Show da Vida. Ele faz sucesso na internet com vídeos musicais cheios de efeitos especiais.
No mundo virtual, Mystery Guitar Man é celebridade absoluta. Mas se, para você, o rapaz com violão e óculos escuros ainda é um mistério, conheça Joe Penna, o brasileiro mais popular da internet.
Joe nasceu em São Paulo, mas foi criado nos Estados Unidos, para onde se mudou com a família há dez anos. Começou a faculdade de medicina, mas largou tudo para fazer vídeos em casa.
No mundo virtual, Mystery Guitar Man é celebridade absoluta. Mas se, para você, o rapaz com violão e óculos escuros ainda é um mistério, conheça Joe Penna, o brasileiro mais popular da internet.
Joe nasceu em São Paulo, mas foi criado nos Estados Unidos, para onde se mudou com a família há dez anos. Começou a faculdade de medicina, mas largou tudo para fazer vídeos em casa.
O jeito diferente de criar música agradou. Em quatro anos e meio, as gravações viraram megaproduções, cheias de efeitos especiais e assistidas mais de 200 milhões de vezes por pessoas do mundo inteiro. O hobby passou a ser trabalho. Hoje, aos 23 anos, Joe pode se dar ao luxo de ganhar a vida apenas fazendo vídeos.
Um belo dia, ele mandou um recado, em português, para os fãs do Brasil: “Por favor, alguém me ponha no Fantástico”. O pedido foi atendido em julho do ano passado. O astro do mundo virtual é reconhecido nas ruas de Hollywood por fãs de todas as idades e de todos os lugares.
Agora, Joe Penna está de volta ao Show da Vida e com um quadro próprio. Nos próximos sete domingos, ele vai apresentar um vídeo inédito, que você vai ver primeiro no Fantástico e só depois na internet. Na estreia, ele ataca de maestro.
Um belo dia, ele mandou um recado, em português, para os fãs do Brasil: “Por favor, alguém me ponha no Fantástico”. O pedido foi atendido em julho do ano passado. O astro do mundo virtual é reconhecido nas ruas de Hollywood por fãs de todas as idades e de todos os lugares.
Agora, Joe Penna está de volta ao Show da Vida e com um quadro próprio. Nos próximos sete domingos, ele vai apresentar um vídeo inédito, que você vai ver primeiro no Fantástico e só depois na internet. Na estreia, ele ataca de maestro.
Homem é resgatado com vida após 16 horas sob escombros no Rio
sobrevivente
- Menino é encontrado a 4 km de casa após ser arrastado pela enxurrada
- Estudo conclui que 115 mil vivem em áreas de alto risco em São Paulo
O gerente de hotel Wellington Guimarães conta pela primeira vez como manteve o filho Nicolas, que completou sete meses neste domingo (16), vivo debaixo da terra. A repórter Bette Lucchese reencontrou personagens marcantes da tragédia que arrasou a Região Serrana do Rio.
As imagens emocionaram o Brasil. São exemplos de superação em meio a tanto perigo, dor e medo. Na manhã deste domingo (16), quatro dias depois do soterramento, Nicolas, que hoje completa sete meses, continuava calmo como no momento do resgate. Ele e o pai, Wellington Guimarães, ficaram soterrados por 15 horas e sobreviveram a dois desabamentos. “Dou graças a Deus de ter perdido a noção do tempo. Tenho certeza de que foi Deus ali”, disse o pai.
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
KAIAK AVENTURA - COM LATA
Amasso é para tirar o fôlego. É um abraço bem apertado, com uma sucessão de beijos e uma vontade de ficar tão colado que quase transforma dois em um. Este Amasso foi inspirado na sedução das especiarias com um toque do fruto proibido, a maçã, que se misturam a madeiras, âmbar e toques cítricos para conquistar, seduzir. É para quem gosta de perder o fôlego, fazer o coração disparar, movimentar o amor com paixão.
Indicação: Homens
Benefícios: Perfumação para sua pele.
Modo de Usar: Para uma melhor perfumação, aplique nos punhos, no pescoço, no colo e atrás das orelhas.
Fragrância que traz o acorde de cítricos com artemísia e notas aquosas que, combinadas com a adrenalina da pimenta preta, trazem a superação por meio das madeiras. Kaiak é uma linha de fragrâncias masculinas que convida o homem urbano ao movimento ao ar livre, por meio do frescor, energia e conforto de suas fragrâncias ousadas e emocionantes, com personalidade olfativa marcante. Indicação: Homens
Benefícios: Perfumação
Modo de Usar: Para uma melhor perfumação, aplique nos pulsos, pescoço, colo e atrás das orelhas.
Ingredientes: álcool etílico, fragrância, água desmineralizada, triclosan e bht
Conteúdo da Embalagem: 100 ML
DESODORANTE COLÔNIA NATURA HOMEM ÍON
O novo natura homem íon foi inspirado no líder de um novo tempo, em um homem contemporâneo, de espírito jovem. Um fragrância sofistica e ousada, para o homem contemporâneo de espírito jovem.
Indicação: Homens
Benefícios: Perfumação, fragrância sofistica e ousada
Modo de Usar: Para uma melhor perfumação, aplique nos pulsos, pescoço, colo e atrás das orelhas.
Ingredientes: ALCOHOL, FRAGANCIA, AGUA, POLIGLICERIL-3 CAPRILATO, BHT, BENZOATO DE DENATONIO.
O desodorante Natura Amor América Palo Santo Essência é uma fragrância com notas marcantes, inovadoras e misteriosas, que traduzem a magia das Cordilheiras dos Andes.
Indicação: Homens e Mulheres
Benefícios: Palo santo é uma madeira perfumada, tradicionalmente usada como incenso em certas regiões da Cordilheira dos Andes, principalmente no Peru, na Bolívia e no Equador, e também no norte da Argentina e do Chile. Seu óleo essencial é floral e fresco, com notas resinosas e ambaradas. Sua fragrância expressa a reverência que os povos andinos têm às montanhas e à Terra.
Modo de Usar: Para uma melhor perfumação, aplique nos pulsos, pescoço, colo e atrás das orelhas.
DESODORANTE SPRAY KRISKA FRÉSIA
Versão desodorante spray para a mais nova fragrância de sucesso da Linha Kriska. Combina o frescor da bergamota, a energia do buquê floral de frésia e o aconchego da baunilha.
Indicação: Mulheres
Benefícios: Perfumação
Modo de Usar: Aplique somente nas axilas. Espere secar antes de se vestir
Ingredientes: ALCOHOL, AQUA, PARFUM, PROPYLENE GLYCOL, POLYCLYCERYL-3 CAPRYLATE, BHT, DENATONIUM BENZOATE.
Conteúdo da Embalagem: 100 ML
Versão desodorante spray para a mais nova fragrância de sucesso da Linha Kriska. Combina o frescor da bergamota, a energia do buquê floral de frésia e o aconchego da baunilha.
Indicação: Mulheres
Benefícios: Perfumação
Modo de Usar: Aplique somente nas axilas. Espere secar antes de se vestir
Ingredientes: ALCOHOL, AQUA, PARFUM, PROPYLENE GLYCOL, POLYCLYCERYL-3 CAPRYLATE, BHT, DENATONIUM BENZOATE.
Conteúdo da Embalagem: 100 ML
AMÓ CHAMEGO DESODORANTE COLÔNIA
O Amó Chamego Desodorante Colônia foi inspirado numa combinação de pimentas, que aquecem, temperam e se misturam a outras especiarias para provocar, despertar o desejo. É para quem gosta de dançar de rosto colado, sair da rotina, movimentar o amor com sensualidade.
Indicação: Mulheres
Benefícios: Perfumação para sua pele.
Modo de Usar: Para uma melhor perfumação, aplique nos punhos, no pescoço, no colo e atrás das orelhas.
Ingredientes: ALCOHOL, FRAGANCIA, AGUA, CAPRILATO DE POLIGLICERIL-3,BHT,BENZOATO DE DENATONIO.
O Amó Chamego Desodorante Colônia foi inspirado numa combinação de pimentas, que aquecem, temperam e se misturam a outras especiarias para provocar, despertar o desejo. É para quem gosta de dançar de rosto colado, sair da rotina, movimentar o amor com sensualidade.
Indicação: Mulheres
Benefícios: Perfumação para sua pele.
Modo de Usar: Para uma melhor perfumação, aplique nos punhos, no pescoço, no colo e atrás das orelhas.
Ingredientes: ALCOHOL, FRAGANCIA, AGUA, CAPRILATO DE POLIGLICERIL-3,BHT,BENZOATO DE DENATONIO.
HUMOR BEM-ME-QUER
Natura Humor Bem-Me-Quer possui fragrância Floral envolvente
Indicação: Mulheres
Benefícios: Perfumação
Modo de Usar: Para uma melhor perfumação, aplique nos punhos, pescoço e atrás das Orelhas.
Ingredientes: ALCOHOL,FRAGANCIA, AGUA, POLIGLICERIL-3 CAPRILATO, BHT, BENZOATO DE ENATONIO.
Conteúdo da Embalagem: 75 ML
Natura Humor Bem-Me-Quer possui fragrância Floral envolvente
Indicação: Mulheres
Benefícios: Perfumação
Modo de Usar: Para uma melhor perfumação, aplique nos punhos, pescoço e atrás das Orelhas.
Ingredientes: ALCOHOL,FRAGANCIA, AGUA, POLIGLICERIL-3 CAPRILATO, BHT, BENZOATO DE ENATONIO.
Conteúdo da Embalagem: 75 ML
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